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Comments

Marco Perrone

Payão,

Interessante o texto. Inclusive me fez viajar um pouco, pois semana passada eu estudava pré-história com meu filho de 10 anos e foi bem interessante poder relembrar algumas coisas que aprendi a mais de 30 anos!
Mas é isso, acho que sempre teremos o homem e sua essência como norteadores nos trabalhos de comunicação.

Jones Bergh

Mister, creio que há um equívoco em teus argumentos iniciais onde indicas a idade em que cada área (ou sistema) do cérebro foi criada no ser humano. O tempo que ela existe em nada influencia na sua velocidade de reflexo. A análise deveria ser no sentido de tempo de resposta e não de tempo de existência.
Também não creio que são "partes de nosso cérebro" os responsáveis por nossos impulsos de compra, mas sim nossos desejos instintivos e intuitivos (não racionais). Para mim, não faz sentido dizer que o meu "sistema límbico" me fez comprar aquele celular novo, mas posso até tentar utilizar isto com minha esposa, vamos ver se cola ou se levo um rolo de massa no meu neurocortex !
De qualquer forma, um belo post.

Rafael Payão

meu caro jones, como vc já deve ter percebido, não entendo bulhofas de neurociência. mas me apoio em quem entende. escrevi baseado no magnífico livro de dan hill, emotionomics (https://feedroom.businessweek.com/?fr_story=63bef5b71b8cd4ebe416cc3d7c523134d61162e4) - um dos maiores hits dos states. se vc deu uma lida, vai ver q não inventei nada. maiores argumentos sobre o assunto, sugiro q vc os envie direto ao dan hill. abs.... rafael

Jones Bergh

Claro, Rafael Payão.
Só quis discutir um pouco os pensamentos e coloquei de uma forma errada.
Lamento agir, assim, sem ser convidado.
Sucesso com o blog, e bem-vindo de volta a ativa.
No futuro, passarei aqui só para olhar.

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